Michael, a polêmica cinebiografia de Michael Jackson, registrou a segunda maior estreia do ano nas bilheterias ao redor do mundo. O filme chegou aos cinemas brasileiros na última semana e tem dividido opiniões e movimentado conversas em torno do legado do Rei do Pop.
De acordo com o site especializado Deadline, o longa-metragem arrecadou cerca de U$ 206,4 milhões (pouco mais de R$ 1 bilhão, na cotação atual) até o momento, sendo US$ 111,4 milhões de cinemas de 82 territórios e US$ 95 milhões apenas na América do Norte.
O único filme a ficar na frente, neste ano, é Super Mario Galaxy: O Filme, que arrecadou impressionantes US$ 372,5 milhões ao redor do mundo na semana de estreia. Entre os filmes live-action, Michael fica à frente de Devoradores de Estrelas, que estreou com arrecadação de US$ 140,9 milhões internacionalmente.
A cinebiografia é dirigida por Antoine Fuqua (O Protetor) e estrelada por Jaafar Jackson, sobrinho do cantor. O longa recria a trajetória do artista desde sua infância com o grupo musical Jackson 5 até o auge de sua carreira, no final dos anos 1980.
O filme, porém, deixa de fora alguns dos momentos mais controversos da vida do astro, incluindo as acusações de pedofilia que eclodiram em 1993. Além disso, enfrentou problemas com figuras como Janet Jackson, que não autorizou o uso de sua imagem, e Diana Ross, que precisou ser cortada por "questões legais", segundo a atriz Kat Graham.
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