As urnas eletrônicas utilizadas no segundo turno passam por procedimentos de verificação antes, durante e depois da votação. Uma das primeiras etapas deste domingo é a emissão da zerésima, documento que demonstra que nenhum voto está registrado no equipamento antes da abertura da seção eleitoral.
A zerésima é impressa na presença dos mesários e pode ser acompanhada por fiscais de partidos e demais entidades habilitadas. O documento apresenta a identificação da seção e a ausência de votos para os candidatos que participam da disputa.
Urnas selecionadas também passam pelo Teste de Integridade, realizado paralelamente à votação oficial. Nesse procedimento, votos registrados em cédulas de papel são digitados em urnas eletrônicas e posteriormente comparados, permitindo verificar se o equipamento registrou corretamente cada escolha.
Partidos políticos, Ministério Público, Ordem dos Advogados do Brasil e outras instituições fiscalizadoras podem acompanhar diferentes etapas do processo eleitoral. Os mecanismos fazem parte do conjunto de auditorias adotado para verificar o funcionamento das urnas e a totalização dos resultados.
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