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Diário de Notícias

DN.

Brasil celebra avanço no enfrentamento do HIV e reforça planos de saúde pública

O Brasil alcançou um marco importante na luta contra o HIV: o país eliminou a transmissão vertical do vírus de mães para bebês, além de registrar a menor taxa de mortalidade pela doença dos últimos anos. O avanço é creditado à ampliação do diagnóstico precoce e à oferta de tratamentos modernos pelo Sistema Único de Saúde (SUS), que possibilitam que mulheres vivendo com HIV tenham maior acesso a terapias eficazes durante a gestação e pós-parto.

Esse resultado faz parte de uma trajetória de quatro décadas de enfrentamento da epidemia no país, marcada por políticas públicas de testagem ampliada, acesso a medicamentos antirretrovirais e campanhas de prevenção. Especialistas destacam que a continuidade desses programas é fundamental para manter os índices positivos e ampliar a proteção de mães e crianças.


Planos de ação internacional reforçam relação entre clima e saúde

Especialistas da World Health Organization (OMS) e representantes brasileiros destacaram durante a COP30 que o impacto das mudanças climáticas sobre a saúde já é uma realidade e exige ação imediata. Relatórios apontam que eventos como ondas de calor e eventos climáticos extremos aumentam os casos de doenças respiratórias, cardiovasculares e problemas ligados ao calor, pressionando os sistemas de saúde em todo o mundo.

O plano de ação apresentado propõe estratégias para tornar os serviços de saúde mais resilientes, incluindo vigilância epidemiológica reforçada, planejamento de resposta rápida e proteção de populações vulneráveis a riscos relacionados ao clima.


Senado aprova aposentadoria especial para agentes de saúde

No Congresso Nacional, o Senado aprovou um projeto que concede aposentadoria diferenciada para agentes comunitários de saúde e agentes de combate às endemias. A medida — apoiada por representantes de diversos estados — pode beneficiar milhares de trabalhadores que estão na linha de frente da saúde pública, reconhecendo a natureza desgastante dessas funções e promovendo melhores condições de trabalho e proteção social.


Consumo de ultraprocessados está ligado a várias doenças

Um estudo internacional publicado recentemente reforça evidências que já vinham sendo observadas: o consumo elevado de alimentos ultraprocessados está associado a pelo menos 12 condições de saúde graves, incluindo diabetes, doenças inflamatórias intestinais e distúrbios metabólicos. Nutricionistas e médicos alertam para a necessidade de reduzir a ingestão desses produtos industrializados, favorecendo alimentos frescos e minimamente processados como parte de uma dieta saudável. 

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