A economia da China cresceu 4,5% no terceiro trimestre de 2026, resultado ligeiramente superior às projeções do mercado. O desempenho foi sustentado principalmente pelo avanço das exportações e pela atividade industrial.
Apesar do crescimento, o consumo doméstico permanece enfraquecido. A insegurança no mercado de trabalho, a crise prolongada no setor imobiliário e a cautela das famílias continuam limitando a recuperação das vendas e dos serviços.
A dependência das exportações também aumenta a exposição chinesa a disputas comerciais e mudanças na demanda internacional. O resultado reforça o desafio de Pequim de estimular o consumo interno sem ampliar excessivamente o endividamento da economia.
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