O desmatamento em áreas protegidas apresentou queda na Amazônia e no Cerrado entre agosto de 2025 e julho de 2026. Na Amazônia, a redução chegou a 41,8%. No Cerrado, a diminuição foi de 23,8% no mesmo período.
As áreas protegidas incluem unidades de conservação e outros territórios submetidos a regras específicas de preservação. A redução da derrubada nessas regiões contribui para conservar a biodiversidade, proteger recursos hídricos e manter estoques de carbono.
O resultado indica avanço nas ações de fiscalização, monitoramento e combate às atividades ilegais. Imagens de satélite permitem identificar rapidamente novos focos de destruição e orientar a atuação das equipes responsáveis pela proteção ambiental.
Apesar da queda, especialistas alertam que a pressão sobre os biomas permanece elevada. A manutenção da tendência depende de fiscalização contínua, regularização fundiária, responsabilização dos infratores e criação de alternativas econômicas sustentáveis para as populações locais.
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