O ministro da Fazenda, Dario Durigan, criticou a proposta econômica de Flávio Bolsonaro, afirmando que o foco na redução da dívida pública precisa considerar também os efeitos sobre a atividade e o emprego. Em entrevista na quinta-feira, comparou a orientação do adversário de Lula ao modelo do presidente argentino Javier Milei.
Durigan participa da elaboração do programa econômico da campanha de reeleição do presidente. Suas declarações integram, portanto, o debate eleitoral entre projetos de governo. A discussão coloca uma questão central para o eleitor: quais despesas seriam reduzidas, como isso ocorreria e quais consequências cada proposta poderia trazer aos serviços públicos e à economia.
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