O fim da escala 6x1 voltou ao debate no Senado nesta quarta-feira (7), com a segunda sessão de discussão da PEC que reduz a jornada semanal de 44 para 40 horas e prevê dois dias de descanso remunerado, sem redução salarial. Enquanto o governo tenta acelerar a tramitação, aliados de Flávio Bolsonaro defendem que a votação aconteça depois do segundo turno presidencial, marcado para 25 de outubro.
A disputa envolve tanto o conteúdo da proposta quanto seu calendário. A oposição argumenta que a discussão não deve ser conduzida sob pressão eleitoral; a base governista busca avançar ainda durante a campanha. A mudança não foi aprovada e não está em vigor: por alterar a Constituição, precisa receber pelo menos 49 votos favoráveis em cada um dos dois turnos de votação no Senado.
0 Comentário(s)