A Galp Energia informou que encerrou as negociações com a Moeve para uma possível combinação de suas operações downstream, após as partes não chegarem a um acordo. A empresa portuguesa disse, porém, que continua convencida do racional estratégico para uma consolidação do setor.
Galp e Moeve, controlada pela Mubadala Investment Company e pelo Carlyle Group, assinaram em janeiro um memorando de entendimentos para avançar nas discussões e tinham a intenção de fechar um acordo definitivo até meados de 2026.
Em comunicado nesta segunda-feira, a Galp afirmou que as conversas foram interrompidas porque as empresas não conseguiram convergir nos termos comerciais, apesar de avaliarem que o racional estratégico da operação permanece.
A Moeve não respondeu imediatamente a um pedido de comentário.
Pelo desenho discutido, Galp e Moeve criariam duas empresas na Península Ibérica. Uma delas seria voltada às atividades industriais, com foco em refino, petroquímica e suprimento. A outra concentraria o negócio de varejo de combustíveis, incluindo as redes de recarga de veículos elétricos.
Em janeiro, as companhias disseram que deteriam, em conjunto e com participações equilibradas, a empresa de varejo. Já a Mubadala e o Carlyle teriam o controle da companhia industrial, enquanto a Galp ficaria com uma participação minoritária superior a 20%. Fonte: Dow Jones Newswires.
*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado
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