Os programas de governo de Lula e Flávio Bolsonaro apresentam caminhos diferentes para a política externa brasileira. O tema ganhou importância no segundo turno diante das guerras, disputas comerciais e mudanças nas alianças internacionais.
Lula propõe uma diplomacia universalista, sem alinhamentos automáticos, com aprofundamento das relações com o Sul Global, o Mercosul e os Brics. O programa também defende a diversificação de parceiros comerciais e uma maior participação do Brasil nos debates multilaterais.
Flávio Bolsonaro defende uma política externa mais pragmática e próxima de Estados Unidos, Israel e Argentina. Seu programa também propõe avançar na entrada do Brasil na Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico, a OCDE.
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