O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse nesta quarta-feira, 21, que os eleitores têm direito de não votar nele, mas não podem votar em "miliciano", em referência a seu adversário, o senador Flávio Bolsonaro (PL).
"O cara pode ter o direito de não votar no Lula, mas ele não pode votar num miliciano para a Presidência da República. Não é possível que alguém queira colocar o crime organizado dentro do Palácio do Planalto", afirmou.
A declaração do petista foi feita durante ato de campanha em Belo Horizonte. Em seguida, Lula reforçou o pedido para que Flávio abra o próprio sigilo bancário e fiscal.
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