A líder da oposição María Corina Machado retornou à Venezuela depois de quase um ano no exterior. Ela foi recebida por milhares de apoiadores que defendem a realização de uma nova eleição presidencial e mudanças na condução política do país.
Machado pretende pressionar pela definição de um calendário eleitoral, mas sua volta ocorre durante negociações entre o governo interino e setores da oposição. As conversas possuem apoio internacional e buscam criar condições institucionais para uma possível transição.
A líder opositora terá de equilibrar a mobilização das ruas com a necessidade de preservar o diálogo político. Analistas avaliam que uma eleição realizada sem garantias para todos os envolvidos poderia provocar resistência de grupos governistas e ampliar a instabilidade.
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