Mulheres negras apresentam uma mortalidade por câncer de mama 3,8 vezes maior que a registrada entre mulheres brancas, segundo uma publicação divulgada pelo Instituto Nacional de Câncer durante o Outubro Rosa.
A diferença está relacionada a fatores como diagnóstico tardio, dificuldade de acesso a exames, desigualdade socioeconômica e barreiras para iniciar ou concluir o tratamento. A falta de acompanhamento regular também reduz as chances de identificação da doença em estágios iniciais.
O levantamento reforça a necessidade de políticas específicas para ampliar o acesso à mamografia, ao diagnóstico e ao atendimento especializado. Quando identificado precocemente, o câncer de mama apresenta maiores possibilidades de tratamento e recuperação.
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