Países da América Latina, da Ásia, da África e do Oriente Médio investiram mais de US$ 235 bilhões em tecnologias chinesas de energia limpa desde 2024. Os recursos ajudam a acelerar a transição energética em mercados que enfrentam aumento da demanda por eletricidade.
Brasil, Índia e África do Sul estão entre os países que buscam reduzir a dependência dos combustíveis fósseis. Os investimentos incluem painéis solares, redes elétricas, baterias, veículos elétricos e sistemas de refrigeração mais eficientes.
A expansão também reforça a influência da China na cadeia mundial de tecnologias sustentáveis. Ao mesmo tempo, governos procuram ampliar a produção local de equipamentos e evitar uma dependência excessiva de fornecedores estrangeiros.
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