Os preços internacionais do petróleo subiram fortemente diante de uma nova escalada das tensões no Oriente Médio. O barril do Brent aproximou-se de US$ 112, refletindo o temor de interrupções na produção e no transporte de energia.
O mercado acompanha especialmente os desdobramentos envolvendo a Arábia Saudita e os houthis. A retirada de parte do pessoal norte-americano de áreas consideradas sensíveis também aumentou a percepção de risco entre os investidores.
A região concentra importantes instalações petrolíferas e algumas das principais rotas marítimas utilizadas pelo comércio mundial. Qualquer interrupção prolongada pode reduzir a oferta e elevar os custos de transporte.
Uma alta persistente do petróleo pode pressionar os preços dos combustíveis e a inflação em diferentes países. No Brasil, o impacto dependerá da duração da crise, do comportamento do câmbio e da política de preços adotada pelas distribuidoras e refinarias.
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