A redução do desmatamento na Amazônia e no Cerrado entre 2023 e 2026 pode ter evitado danos climáticos globais estimados em R$ 1,16 trilhão. O cálculo integra um estudo elaborado pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas.
A análise considera as emissões de gases de efeito estufa que deixaram de chegar à atmosfera e utiliza estimativas internacionais sobre o custo social do carbono.
O valor não representa dinheiro recebido pelo Brasil nem recursos disponíveis no orçamento público. Trata-se de uma estimativa econômica dos prejuízos climáticos que poderiam ter ocorrido caso as emissões não tivessem sido evitadas.
O levantamento demonstra que políticas de combate ao desmatamento podem produzir benefícios que ultrapassam a preservação das florestas, alcançando áreas como agricultura, saúde, energia e abastecimento de água.
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