Renan Santos (Missão) publicou um vídeo em suas redes sociais defendendo sua candidatura à presidência após o ministro Dias Toffoli, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), suspender a campanha eleitoral de sua chapa. "A decisão é ilegal, a decisão é persecutória", afirmou Santos.
Na gravação, o político crítica o ministro pela paralização de sua candidatura: "Aquele Dias Toffoli acaba de suspender minha campanha. Eu não posso produzir conteúdo em redes. Eu não posso postar conteúdo. Eu não posso participar dos debates, eu não posso ir em sabatinas. Eu não posso fazer praticamente nada."
Toffoli suspendeu a propaganda eleitoral online de Renan Santos após o candidato não informar as contas de redes sociais que ele gerenciava dentro do prazo legal estabelecido pela Corte, o que o ministro considerou indício de fraude.
Para o político do Missão, a acusação de abuso de poder econômico foi criada apenas por "conta de um problema técnico". De acordo com ele, "milhares" de outros candidatos também tiveram erros durante o registro das candidaturas. "Chega a ser absurdo", concluiu Santos.
A decisão judicial inclui a suspensão de todos os seus perfis e multas por descumprimento. Santos ainda pode perder o registro de candidatura se não justificar a violação das regras eleitorais.
O candidato ainda acusou Toffoli de perseguição política, e relembrou seu envolvimento no caso Banco Master. "Curiosamente, eu convoquei também quatro manifestações nesse último ano contra o senhor Dias Toffoli, contra o envolvimento não apenas dele, mas de todas essas pessoas no escândalo do Banco Master. (...) Eu estou pagando o preço por ter defendido o que eu defendi", declarou Santos.
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