O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou na noite desta quinta-feira, 5, que um acordo para encerrar a guerra na Ucrânia está próximo e disse que o entendimento será "algo maior", com impacto para toda a Europa.
Trump também confirmou que se reuniu hoje, na Casa Branca, com Kirill Dmitriev, enviado do presidente russo Vladimir Putin. Dmitriev apareceu nesta quinta-feira ao lado da primeira-dama, Melania Trump, enquanto ela se reunia com autoridades russas e ucranianas para tratar do cessar-fogo localizado que intermediou para a cidade de Oleshnya.
Questionado por repórteres sobre uma lei do governo Biden que poderia dificultar a chegada de navios russos carregados com diesel a portos americanos, Trump afirmou que vai analisar o tema. "Isso provavelmente torna a lei bem ruim", disse.
Ao comentar o Irã, Trump voltou a minimizar a gravidade do conflito, afirmando que não se trata de uma guerra e alegando que ninguém morreu nos últimos sete meses. Em seguida, comparou com o conflito entre Rússia e Ucrânia. "Se você olhar para Rússia-Ucrânia, veja, isso é uma guerra. Isso é uma guerra. 25 mil pessoas sendo mortas por mês", afirmou.
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