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Barômetros Globais avançam em setembro e seguem acima de 100 pontos, aponta FGV

Os Barômetros Coincidente e Antecedente Globais subiram em setembro e permanecem acima de 100 pontos, indicando crescimento moderado para a economia mundial, informou o Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV Ibre).

O movimento reflete a recuperação do Coincidente, que havia recuado no mês anterior, enquanto o Antecedente mantém a trajetória ascendente.

Em setembro, os Barômetros Econômicos Globais Coincidente e Antecedente avançaram 1,4 ponto, para 104,6 e 105,9 pontos, respectivamente, retornando ao nível do início de 2022. A região da Ásia, Pacífico e África contribuiu de forma mais intensa para ambos os resultados, enquanto as demais regiões tiveram influência moderada.

No Barômetro Coincidente, a alta de 1,4 ponto resultou da contribuição positiva de 1,1 ponto da região da Ásia, Pacífico & África e de 0,3 ponto do Hemisfério Ocidental, enquanto a Europa ficou estável no mês.

Com todos os indicadores regionais acima de 100 pontos, o Hemisfério Ocidental registrou o maior nível entre as regiões, a Ásia, Pacífico e África atingiu 104,5 pontos, o maior nível desde fevereiro de 2022 (108,3 pontos), e a Europa alcançou 101,0 pontos, o maior nível desde junho de 2022 (103,3 pontos).

Entre os indicadores setoriais coincidentes, todos os setores avançaram no mês. Com o resultado, a Indústria registrou o maior nível desde março de 2022 (109,8 pontos), distanciando-se dos demais indicadores.

No Barômetro Global Antecedente, que antecipa os ciclos das taxas de crescimento mundial entre três e seis meses, também houve alta de 1,4 ponto em setembro.

A região da Ásia, Pacífico e África e a Europa contribuíram positivamente em 1,2 e 0,3 ponto, respectivamente, enquanto o Hemisfério Ocidental influenciou negativamente em 0,1 ponto.

Com o resultado, a Ásia, Pacífico e África atingiu o maior nível desde janeiro de 2022 (107,1 pontos), enquanto o Hemisfério Ocidental perde fôlego desde meados de 2026.

Os indicadores setoriais antecedentes tiveram desempenho heterogêneo no mês, com alta na Economia (agregação de indicadores empresariais e do consumidor), Serviços, Indústria e Construção, enquanto o Comércio recuou.

A Economia atingiu o maior nível desde fevereiro de 2022 (106,1 pontos) e a Indústria alcançou o maior nível desde outubro de 2021 (109,0 pontos).

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