A proposta de emenda à Constituição que altera a jornada de trabalho começou a ser discutida no Senado na terça-feira (6). O texto aprovado pela Câmara prevê redução de 44 para 40 horas semanais, dois dias de descanso remunerado e manutenção dos salários.
A mudança atinge o debate sobre a escala de seis dias de trabalho para um de folga. A abertura da discussão não significa que a nova regra já esteja em vigor: uma PEC precisa cumprir etapas no Legislativo e ser aprovada em dois turnos no Senado.
Flávio Bolsonaro classificou a iniciativa defendida pelo governo Lula como oportunista e apresentou a jornada flexível como alternativa. A proposta do candidato envolve remuneração por horas trabalhadas. A diferença central para o trabalhador está na relação entre tempo de trabalho, dias de descanso e preservação da renda.
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