A Meta recusou a proposta de criação de um canal direto para o acompanhamento de denúncias urgentes envolvendo jornalistas, comunicadores e veículos de imprensa em suas plataformas.
O mecanismo permitiria atendimento mais rápido em casos de ameaças, ataques coordenados, invasões de contas e restrições que pudessem comprometer o trabalho jornalístico.
Segundo o Observatório da Violência Contra Jornalistas e Comunicadores Sociais, a empresa alegou dificuldades técnicas, jurídicas e operacionais para manter uma estrutura exclusiva e considerou suficientes os canais atualmente disponíveis.
A negativa aumenta a preocupação de entidades de imprensa com a velocidade das respostas oferecidas pelas plataformas digitais diante de ataques que podem colocar profissionais em risco ou limitar o acesso da população à informação.
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