Colômbia, Finlândia e França anunciaram uma articulação para identificar e reformular subsídios públicos que incentivam atividades prejudiciais à biodiversidade. A iniciativa foi apresentada durante a conferência das Nações Unidas sobre a natureza.
A estimativa é que aproximadamente US$ 500 bilhões por ano possam ser redirecionados. Os incentivos analisados estão relacionados a setores como agricultura, combustíveis, mineração e ocupação do solo.
A proposta não significa a retirada automática de todo o apoio econômico. O objetivo é substituir incentivos ambientalmente prejudiciais por políticas que preservem ecossistemas, promovam atividades sustentáveis e reduzam a degradação dos recursos naturais.
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