Algumas das pinturas rupestres mais antigas conhecidas pela humanidade estão ameaçadas pelos incêndios florestais na ilha de Sulawesi, na Indonésia. O calor e a fumaça podem acelerar a deterioração das superfícies que preservam as imagens.
As obras possuem mais de 67 mil anos e ajudam pesquisadores a compreender a presença humana e o desenvolvimento das primeiras formas de expressão artística na região. Alterações de temperatura e umidade também podem afetar os pigmentos e provocar o desprendimento de partes das paredes.
Equipes científicas trabalham para documentar e conservar as cavernas antes que os danos se tornem irreversíveis. O caso mostra como as mudanças ambientais também ameaçam registros fundamentais da história humana.
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